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14/5/16

Un día sin MinC


... y en el "nuevo Brasil" se empiezan a borrar imágenes para reemplazarlas por un beige. ¿Será revanchismo?


PD: "MinC" denominaban afectuosamente al Ministerio de Cultura. Más información acá

13/5/16

El "antro" llamado Ministerio de Cultura


Ya no resultan simplemente parecidas las derechas en cualquier parte de América Latina, son tristemente iguales. Pero iguales desde lo peor, brutales como también brutos quienes ejecutan sus ideas.

Leemos hoy en La Nación que "Macri ordenó cerrar el Museo del Bicentenario para deskirchnerizarlo", y después de leer varias veces no se entiende para qué lado van a agarrar, ni que van a hacer, ni que querrían hacer. Sí queda claro que llevan adelante algo que denominan revanchismo, aunque no se sabe contra qué.

Vamos con la carta que a modo de reclamo en favor del MinC escribieron algunos artistas de Brasil.

Exmo. Sr. Michel Temer
Prezado senhor,

Entre as grandes conquistas da identidade democrática Brasileira está a criação do Ministério da Cultura, em março de 1985, pelo então Presidente José Sarney.

É inegável que, nessa ocasião, o nome do Brasil já havia sido projetado internacionalmente através do talento de Portinari, de Oscar Niemeyer, de Anita Malfati, de Jorge Amado, da música de Ary Barroso, Dorival Caymmi, Carmen Miranda, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, do cinema de Glauber Rocha e Cacá Diegues. Desta forma, a existência do Ministério da Cultura se deve ao merecido reconhecimento do extraordinário papel que as artes brasileiras desempenharam na divulgação de um país jovem, dinâmico, acolhedor e criativo.

A extinção desse Ministério em abril de 1990 foi um dos primeiros atos do governo Collor de Mello. Abrigada em uma Secretaria vinculada à Presidência da República, a cultura nacional assistiu ao sucateamento de ideias, projetos e realizações no campo das artes. Já no final de seu governo, tentando reconquistar o apoio político perdido, o Presidente Collor adotou outra postura, nomeando para a Secretaria de Cultura o intelectual e embaixador Sergio Paulo Rouanet, encarregado de restabelecer o diálogo com a classe artística. Nasceu assim o Pronac – Programa Nacional de Apoio à Cultura, que se tornou o elemento estruturante da política c ultural dos governos subsequentes, e a denominada Lei Rouanet. Felizmente o Presidente Itamar Franco, em novembro de 1992, devolveu aos criadores um Ministério que já havia comprovado o acerto de sua presença no cenário nacional.

A partir de 1999, durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Cultura foi reorganizado e sua estrutura ampliada, para que pudesse servir a projetos importantes, em especial nas áreas de teatro e cinema. Desde então o MinC vem se ocupando, de forma proativa, das artes em geral, do folclore, do patrimônio histórico, arqueológico, artístico e cultural do País, através de uma rede de institutos como o IPHAN, a Cinemateca Brasileira, a Funarte, o IBRAM, Fundação Palmares entre muitos outros. A partir da gestão de Gilberto Gil, o MinC ampliou o alcance de sua atuação a partir da adoção do conceito antropológico de cultura. O Programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura são iniciativas reconhecidas e copiadas em inúmeros países do mundo.

O MinC passou a atuar também com a cultura popular e de grupos marginalizados, ampliando os horizontes de uma parcela expressiva de nossa população. Foi o MinC que conseguiu criar condições para que tenhamos hoje uma indústria do audiovisual dinâmica e superavitária. O mesmo está sendo feito agora com outros campos, como por exemplo o da música. O MinC conta hoje com vários colegiados setoriais que cobrem praticamente quase todas as áreas artísticas bem como grupos étnicos e minorias culturais do país. E com um Conselho Nacional de Políticas Culturais, formado pela sociedade civil e responsável pelo controle social da gestão do Ministério. Há ainda que se mencionar o Plano Nacional de Cultura e inúmeras outras iniciativas com amparo no texto constitucional e em leis aprovadas pelo Congresso Nacional, cuja inobservância ou descontinuidade poderão ensejar questionamentos na esfera judicial. O MinC também protagonizou várias iniciativas que se tornaram referência no ordenamento jurídico internacional, como as Convenções da Unesco sobre Diversidade Cultural e de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, dentre outros.

A Cultura de um País, além de sua identidade, é a sua alma. O Ministério da Cultura não é um balcão de negócios. As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso.

A Cultura é a criação do futuro e a preservação do passado. Sem a promoção e a proteção da nossa Cultura, através de um ministério que com ela se identifique e a ela se dedique, o Brasil fechará as cortinas de um grandioso palco aberto para o mundo. Se o MinC perde seu status e fica submetido a um ministério que tem outra centralidade, que, aliás, não é fácil de ser atendida, corre-se o risco de jogar fora toda uma expertise que se desenvolveu nele a respeito de, entre outras coisas, regulação de direito autoral, legislação sobre vários aspectos da internet (com o reconhecimento e o respeito de organismos internacionais especializados), proteção de patrimônio e apoio às manifestações populares.

É por tudo isso que o anunciado desaparecimento do Ministério da Cultura sob seu comando, já como Chefe da Nação, é considerado pela classe artística como um grande retrocesso. O Ministério da Cultura é o principal meio pelo qual se pode desenvolver uma situação de tolerância e de respeito às diferenças, algo fundamental para o momento que o país atravessa. A economia que supostamente se conseguiria extinguindo a estrutura do Ministério da Cultura, ou encolhendo-o a uma secretaria do MEC é pífia e não justifica o enorme prejuízo que causará para todos que são atendidos no país pelas políticas culturais do Ministério. Além disso, mediante políticas adequadas, a cultura brasileira está destinada a ser uma fonte permanente de desenvolvimento e de riquezas econômicas para o País.

Nós, que fazemos da nossa a alma desse País, desejamos que o Brasil saiba redimensionar sua imensa capacidade de gerar recursos para educação, saúde, segurança e para todos os projetos sociais e econômicos necessários ao crescimento da nação sem que se sacrifique um dos seus maiores patrimônios: a nossa Cultura.

Em representação da Associação Procure Saber e do GAP–Grupo de Ação Parlamentar Pró- Música.
De acá

12/5/16

Llega la derecha al gobierno de Brasil

¿Se acuerdan cuando los que hoy gobiernan Argentina, el PRO, el ARI, la UCR, el PDP, el GEN, en fin toda la derecha, nos decía a los peronistas: "Tenemos que ser como Brasil" haciendo referencia a la calidad instuitucional?

¿De qué Brasil nos hablaban? ¿Del que gobernaban Dilma o Lula, o al que hoy llega a gobernar Temer?

Las derechas son en todos lados iguales: Para ellos siempre es mejor lo que es ajeno al país.

11/5/16

Golpe a Dilma


No van por la presidenta sino por las conquistas que en 12 años del gobierno obtuvieron los que siempre habían sido postergados. En muchos lugares de América del Sur está pasando lo mismo. En todos ellos las oligarquías, los grupos mediáticos y el partido de los jueces juegan para el mismo equipo. Esto sirve para explicar Brasil como Argentina.

18/4/16

La derecha en Brasil es auténtica


Todos los diputados que votaron por el Si al impeachment lo hacían en nombre de su famila lo que recordaba a Cobos cuando justificó su voto no positivo atiendiendo al pedido de una de sus hijas. Un diputado justificó su SI "por la paz en Jerusalem".

Es para destacar el voto de los diputados Jair y Eduardo Bolsonaro, padre e hijo.

Eduardo dijo: "Por el pueblo de San Pablo en las calles con el espíritu de los revolucionarios del '42, por el respeto a los 59 millones que en 2005 votaron contra el estaturo del desarme, por los militares del '64, hoy y siempre, por los policías, en nombre de Dios y la familia Brasilera, voto si. ¡Cárcel para Lula y Dilma!".

El padre, Jair Bolsonaro, votó por el si justificando de esta manera: "Perdieron en el '64 y ahora en 2016". Luego dedicó su voto a Carlos Alberto Brilhante Ustra, jefe del órgano de represión política en San Pablo y responsable de las torturas durante la dictadura. Dilma fue una de sus víctimas.

Como ven, la derecha brasilera es tan o más hija de puta que la nuestra. La diferencia es que se bancan lo que son. Van de frente mientras que la derecha local vive refugiada en que son "partidos de centro" y esconden o niegan su admiración por los dictadores.

Sobre el proceso de impeachment hay que decir que lo que se intenta es presentar a Dilma como LA CULPABLE de "la corrupción" en Brasil. La única. Destituyéndola se pondría fin a todo delito político.

Pero lo más curioso de todo es que quienes son sus acusadores, empezando por Eduardo Cunha presidente de la Cámara, son quienes realmente tienen causas judiciales por delitos.

En definitivas, se ha montado un fenomenal dispositivo de distracción tendiente a que todos, menos Lula y Dilma, aparezcan como inocentes y el problema de "la corrupción" quede solucionado. Los diputados que votaron por el "fin de la corrupción" sólo merecen ser tildados de hipócritas.

Una duda final: ¿En qué andarán los que durante el gobierno de Cristina decían "queremos ser como Brasil"? ¿De qué lado estarán en esta?

17/3/16

El Partido Judicial Brasilero


El juez que hoy suspendió a Lula para que asumiera como Jefe de Gabinete de Ministros desabilitó su perfil de facebook donde era un militante más del pedido de juicio político a Dilma.



Más refutaciones al desgaste por la zona:
Link

6/12/15

"Odeio você, Cunha". El camino del golpe en Brasil


#Repost @unsproducoes: Pela segunda noite consecutiva o publico canta "Odeio você Cunha" na temporada de...
Posted by Caetano Veloso on Sábado, 5 de diciembre de 2015

¿Quién es Eduardo Cunha?

Este contenido ha sido publicado originalmente por teleSUR bajo la siguiente dirección:
http://www.telesurtv.net/news/Quien-es-Eduardo-Cunha-20151202-0055.html. Si piensa hacer uso del mismo, por favor, cite la fuente y coloque un enlace hacia la nota original de donde usted ha tomado este contenido. www.teleSURtv.net
¿Quién es Eduardo Cunha?
Uno de los políticos más poderosos de Brasil, quien ya se ha enfrentado a una investigación penal por presuntamente aceptar soborno de US$5 millones como parte de un esquema de corrupción en la empresa petrolera estatal, Petrobras. 

Eduardo Cunha de 57 años y economista de profesión es el presidente de la cámara brasileña de Diputados y quien autorizó abrir un juicio político con fines de destitución a la presidenta brasileña, Dilma Rousseff, tras considerar procedente una acusación por supuestas irregularidades fiscales ocurridas en 2015.

Es también uno de los líderes en la convocatoria de la destitución de la presidenta Rousseff, bajo el alegato de que la Presidenta viola la ley brasileña por alterar  el presupuesto del Estado para permitir más gasto público y beneficiarse en su reelección.

Durante una rueda de prensa en la que anunció la decisión de abrir el juicio político, Cunha expresó que no lo hacía “por motivación política” pero que debía aceptar esta solicitud “porque su argumentación es correcta, no tiene errores formales y acusa a la mandataria de crímenes de responsabilidad ocurridos este año”.

“No lo hago con felicidad, incluso porque se trata de una decisión delicada en momentos en que el país atraviesa una situación difícil, con la economía en crisis y una crisis política”, dijo Cunha

El dirigente del oficialista Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB) que en septiembre pasado se declaró “independiente” viene apoyando desde entonces causas de la oposición. 

El dato → Cunha rompió con la coalición gubernamental del Partido de los Trabajadores (PT) en julio pasado tras la revelación del escándalo de corrupción en la petrolera estatal Petrobras que lo acusa de pedir y recibir un soborno de cinco millones de dólares. COMPLETO


30/10/15

Creo que la cosa no está lejos de acá


Lula fue fundamental en la campaña de Dilma cerrando y manteniendo el frente interno tanto dentro del PT como de los aliados que lo apoyaron en su gobierno y el primer gobierno de Dilma.

Dilma empezó a mostrar algunos cambios que la llevaron a alianzas impensadas, tanto que hoy el ministro de hacienda, se podría decir que es de derecha. Es cierto que al poco tiempo eso se convirtió en un problema.

Scioli ya dijo quien será su Ministra de Economía por lo tanto a ese riesgo no lo tenemos. Cristina tiene que mantener el frente interno tan cohecionado como si la candidata fuese ella, y el discurso de ayer fue en ese camino.

Mientras tanto Scioli, que va a ser el responsable de gobernar los próximos 4 años, tiene que tener libertad para hacer los acuerdos que considere necesario para llegar como para mantenerse en el gobierno.

Los dos, Cristina y Scioli, marcando la agenda. Que los demás vengan atrás nuestro a hablar de lo que nosotros queremos que se hable y no salir nosotros todos los días a correr a explicar que es mentira lo que dicen los otros.

Los nadies debemos entender que hay cosas que no están a nuestro alcance, o es inútil que nos pongamos a discutir, como también que en una de esas las cosas no salen como más nos gustaría. Ahora bien: mucho peor es dejarle el gobierno a Macri. También deberemos estar atentos para marcar los errores o lo que consideramos desviaciones que perjudiquen a los trabajadores o a los que aún no tienen trabajo, pero primero hay que ganar la elección.

Más o menos así. Sin dejar de ser lo que somos.

29/7/15

La inversión social de Dilma en Brasil

Dilma amplió un 50% los recursos para la infancia y la adolescencia
Durante la primeira gestión de la presidenta Dilma Rousseff, por cada R$ 100 millones del presupuesto, R$ 15 millones fueron destinados para proyectos destinados a niños y adolescentes.

La inversión pública en políticas y programas destinados a niños y adolescentes aumentó un 50% en la primera gestión de la presidenta Dilma Rousseff comparada con el último año del gobierno de Lula Da Silva. En el 2010, el "Orçamento Criança (OCA)" representó el 9,93% del presupuesto aplicado por el gobierno. Em 2013, el índice pasó a ser de 17,9%.

El año pasado el OCA recibió R$ 372,89 billones, 15,3% del total de gastos liquidados. Esto es que por cada R$ 100 milhões invertidos en el país, R$ 15 millones se detinaban a ninños y niñas. En 2012, el índice fue de 15,9%.

Los datos son parte del informe “Um Brasil para as crianças e os adolescentes”, realizado por la Fundación Abrinq, lanzado este martes 28.

Entre 2011 y 2014, hubo 14 programas federales que hicieron foco en la salud, materna y de adolescentes; ampliación de la red de cloacas y de acceso a viviendas. Las areas de cultura, educación, y deposrte contaron con 25 programas, y la protección social, como prevención de la violencia, malos tratos y abusos, 14 programas.

De acuerdo con el documento, las acciones “señalan la continuidad de una agenda política que prioriza las cuestiones sociales, fortalecidas desde la primera gestión del presidente Lula da Silva, en 2003”.

O documento resalta la iniciativa del primer gobierno de Dilma en la pauta de la erradicación de la miseria y reducción de la pobreza, destacando el "Plan Brasil sem Miséria". Constan en el informe datos anteriormente divulgados, como la casi universalización del acceso a la escolaridad primariao, el reconocimento de la política de combate al VIH, con la reducción de las transmisiones de madre a hijo.

Sin emabrgo Abrinq alerta que, para alcanzar avances mas significativos, inclusive con la disminución de disparidades regionales, el gobierno debería doblar el total de inversión en el OCA.

“Considerando que niños y adolescentes representam 31% da población brasilera, seria lo mínimo exigir que ese mismo percentual fuese invertyido en ellos”, destaca. Fuente

8/7/15

Acá, allá, en cualquier lugar, ¿de quién es la culpa?

Explica Lula: Carlos Alberto Sardenberg, analista de economía de Red Globo, Globonews, Estado de San Pablo, El Globo, G1 y CNB ha desarrollado una explicación original para la crisis económica de Grecia. Diferente de economistas de renombre internacional, como Paul Krugman y Joseph Stiglitz, para él la culpa de la crisis griega es de Lula y Dilma.

Leyó en el sitio web del Instituto Lula los registros de un encuentro del actual primer ministro, Alex Tsipras, con el ex presidente Lula en 2012, y llegó a la conclusión de que la situación en el país europeo ha empeorado gracias al "asesoramiento" del ex-Presidente y de la Presidenta. Ya krugman y stiglitz creen que Tsipras está en la dirección correcta.

La imagen de abajo es una broma, pero el análisis de Sardenberg sobre Grecia fue real. Será que él no está exagerando?


18/11/14

Atento Montonero Lanata: Otra mente infantil politizada por un familiar ¡Ataque! ¡Vamo', cáchele!

Contexto: Manifestación en Teresina contra el gobierno de Dilma.
Diálogo:
- ¿Sabés por qué estás aquí hoy?
- No.
- ¿No?
- Me trajo mi tía.
- ¿Viste en TV las manifestaciones?
- Vi.
- ¿Y que te parece este pueblo reunido aquí?
- Una pérdida de tiempo.
- ¿Pérdida de tiempo?
- Si. 
- ¿Va a cambiar algo?
- Naaa...


Está abierto el debate, queridos compañeros, para que cada cual opine sobre cómo se deben educar los hijos ajenos, sobre todo si no piensan parecido a nosotros.

10/10/14

Lula responde al "PinoSolanismo" Brasilero

Luego de los resultados electorales del domingo pasado, fueron muchos los que hablaron del voto del nordeste de Brasil, una de las regiones históricamente más postergadas y a las que, tanto el Gobierno de Lula como el de Dilma, trataron de favorecer con sus políticas de inclusión.

Leamos la respuesta del Compañero Lula alos que hablan casi como del voto de baja calidad del "nordestino":

Es lamentable el prejuicio que viene a la luz después de un proceso democrático tan importante, como las elecciones del pasado domingo. Es absurdo que el noreste y los nordestinos sean caracterizados como ignorantes o poco informados por sus votos. En Primer Lugar porque esto es fruto de prejuicio lamentable, segundo porque demuestra un desconocimiento profundo de la situación actual del nordeste brasileño. Quién hace declaraciones de este tipo se imagina el noreste de la década de 90 o de antes, donde reinaban el hambre, el desempleo y la falta de oportunidad. Por eso muchos, como yo, han tenido que abandonar su tierra natal y migrar a otras regiones en busca de mejores condiciones de vida.

Hoy, el nordestino anda con la cabeza alta porque no es más tratado por el gobierno como ciudadano de segunda categoría. De las 18 universidades creadas en los 12 años de gobierno, 7 son en el noreste. La región cuenta hoy con 62 extensiones universitarias. Más de 16 mil estudiantes de las universidades pudieron ir a estudiar al exterior con el "Ciencia Sin fronteras". 

De los 20 millones de puestos de trabajo creados en el país, casi 20 % fueron en el noreste. 141 escuelas técnicas han sido implantadas en la región, que representa el 33 % del total en el país. La mortalidad infantil, que era uno de los principales problemas de la región ha caído a menos de la mitad. Los nordestinos, hoy no son más personajes de tristes reportajes sobre las migraciones para los grandes centros urbanos. Ellos pueden vivir en sus tierras de origen con dignidad y oportunidad.

Todos Somos brasileros y tenemos que unirnos para seguir construyendo un país más solidario y más justo, con más oportunidades para todos, independiente de color, creencia, religión o región del país en el que cada uno haya nacido. Todos deberíamos estar agradecidos por la diversidad de nuestro gran país. Esa es nuestra riqueza.
 
Lula

 

4/10/14

Cantale a tus amigos con el corazón

Después de haber vivido el infierno... Después de haber estado tan enfermo... Y si por ahí el miedo me viene buscar de nuevo...

Ojalá que la Compañera Dilma gane un segundo mandato para poder seguir festejando qué lindo que es estar en la tierra.

22/8/14

Personas invisibles (atendeme esta campaña eh!)

"Hubo un tiempo en que era imposible ver a un portero viajando en avión. Después de Lula y Dilma no existen más personas invisibles en Brasil, las puertas se están abriendo para todos. Ahora vendrán más cambios de la mano de quien ya probó que sabe cambiar para mejor..." 

2/5/14

El Kirchnerismo de Dilma en Cadena Nacional

Vamos con una Cadena Nacional de la compañera Dilma dedicada a los que no paran de repetir "Queremos ser como Brasil".


Sólo dos párrafos:
“Estamos venciendo a lucha más dificil y más importante: la lucha del empleo y del salario. No tengo duda, un país que consigue vencer la luta del empleo y del salario en los diás difíciles que la economía internacional atraviesa, ese país es capaz de vencer muchos otros desafios. (…) Nuestro gobierno tiene el signo del cambio y, junto con ustedes, vamos a continuar haciendo todas las modificaciones que fuesen necesarias para mejorar la vida de los brasileros, especialmente de los más pobres y de la clase media”
...  

“Nuestro gobierno nunca será el gobierno del ajuste salarial, ni el gobierno de la mano dura contra el trabajador. Nuestro gobierno será sempre el gobierno de los direchos y de las conquistas de los trabajadores, un gobierno que dialoga con los sindicatos y con los movimentos sociales y encuentra caminos para mejorar la vida de los que viven del sudor de su trabajo”

Si no fuese por el idioma yo diría que la que habla es Cristina. Las dos dicen lo mismo. Las dos hacen las mismas cosas. ¿A qué se refieren los que dicen que quieren ser como Brasil? ¿Quieren ser Kirchneristas?.

28/4/14

Este modelo no cierra sin represión

¡Canten Putos!
Cê pensa que Maconha mata
Maconha não mata, não
Maconha é só uma planta
O que mata é a prohibição

En los países serios, como Brasil, está prohibido llevar pancartas con la palabra "maconha" o remeras con el dibujo de la planta por lo que las marchas en favor de su legalización deben hacerse so pretexto de la libertad de expresión.

¡Queremos ser como Brasil!